Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 18/06/2021

Em novembro de 2015, houve o rompimento da barragem da empresa samarco, em Mariana, com isso, foram dejetados diretamente no rio doce e metais pesados, os quais são muito prejudiciais a população ribeirinha e ao ecossistema, fomentando oecimento de desaparecimento da fauna, morte de muitas pessoas e várias doenças. É notório que tudo ocorreu por uma irresponsabilidade dos proprietários da empresa pois, sabiam do risco e não tomaram providencias. Certamente, faz -se uma analogia do desastre e o mito de midas, o qual relata a ideia de ganância em excesso sem pensar nas consequências.Embora, houve toda uma empatia para tal acontecimento na época, é valido ressaltar que hoje a população que ainda reside no mesmo foram esquecidos nos locais, vivendo total descaso, e os responsáveis ​​pelo crime não foram punidos, ora por falta de justiça, ora por corrupção. Pois, denotam que uma tragédia ocorreu devido à negligências por órgãos de fiscalização do governo. Segundo, o teólogo brasileiro Leonardo Boff “o homem não vale aquilo que sabe, mas pelo que faz com aquilo que sabe”, logo, não bastava sabre que existia o risco de rompimento, o desaparecimento da fauna, como patologias, se não procurassem uma solução imediata. Por conseguinte, o Brasil é produto de uma cultura capitalista que visa apenas o econômico sem conciliar com o ambiental.Portanto, para que haja novamente equilíbrio do restou da cidade de Mariana, é imprescindível que em primeiro lugar o governo efetivo como leis existentes, punindo severamente os responsáveis ​​e ordenando o pagamento de indenizações para uma sociedade. Para tanto, em segundo é necessário que haja investimento em cientistas que se aprofunde em estudos sobre experimentos que possa dissolver metais pesados ​​e os lama nas águas. Por fim, a mídia deve promover campanhas publicitárias sobre como ainda está a cidade de mariana hoje, de grandes impactos, para conscientizar que estão de   fora a    ajudar       o         descaso total.