Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 19/06/2021
O uso do meio ambiente é feito de forma fluida e predatória. Se não houver coordenação entre meio ambiente e negócios, a construção inadequada de estruturas em determinados ambientes terá impactos ambientais irreversíveis.
Com o desastre de Mariana, o Brasil voltou para esses impasses como nunca antes, porém, nossa legislação ambiental ainda apresenta falhas. Hoje no Brasil, é possível constatar essa falha em vários locais, como na construção de aterros, no lançamento direto de esgoto no mar na praia e em barragens que estão em risco de desmoronamento, sem o estudo de possíveis impactos para o ambiente.
Os problemas associados a essas construções inadequadas, seja a destruição da fertilidade, aumentam os deslizamentos de terra, assim impedem que esses locais se renovem, causando impactos incalculáveis aos seres humanos e podem matar o que é vital para nós. Animais e plantas, mesmo que haja fiscalização ambiental, não é suficiente para impedir o desenvolvimento predatório da natureza pelo homem.
Além dos fatores, o legislador deve atualizar a legislação ambiental, que exija, dos empresários uma carta provando que a empresa dele tem o menor impacto no meio ambiente, o governo proibirá a construção da empresa caso não tenha essa carta. Por conseguinte, o governo também vai implementar fiscalizações ambientais mais rigorosas nas empresas, com base nos riscos que essas empresas podem causar ao meio ambiente.
Por fim, de acordo com as pesquisas a região de Mariana sofreu enormes problemas tanto para os moradores e espécies da área, e eles ainda sofrerão com esse problema por menos cem anos. No entanto, se são fiscalizações, todo esse desastre poderia ser evitado.
Além disso, o governo precisa exigir que os dirigentes de barragens de todo o Brasil apresente um relatório informando tudo o que foi feito, o que está sendo feito e como está sendo feito.