Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 20/06/2021
Não é de hoje que nós causamos desastres que são prejudiciais à natureza em troca de melhores condições para a vida humana, desde a 1° Revolução Industrial até a 4° Revolução Industrial alguns países ainda usam métodos de produção de energia elétrica não sustentáveis.
Além desse desastre, nós podemos citar o rompimento da barragem de St. Francis em Los Angeles no dia de 12 de março de 1928, a pressão da água passou do limite que a barragem podia aguentar e causou rompimento teve 420 pessoas mortas entre elas 42 crianças. O pior é que só no Brasil existem 229 e destas 23 barragens estão com alto risco de romper e as outras 138 estão danificadas, isso de acordo com o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral).
Importante mencionar matriz energética no Brasil e de acordo com ABEEÓLICA de 2017, diz que a quantidade total de energia elétrica produzida, apenas 7,1% provém da energia eólica, enquanto a hidrelétrica 61,4%. Nesse sentido, isso nos mostra a descompromentimento dos governos frente aos eventos com relação da preservação da natureza e sua falta na inovação de fontes de energia renováveis. Todos estes problemas devem ser resolvidos de forma imediata, começando pela drenagem dos líquidos pontecialmente perigosos e depois a destruição das barragens sem afetar as cidades próximas para aplicar os novos tipos de energia sustentáveis.
Então em suma, podemos observar que o equilíbrio entre o progresso dos países e o meio ambiente ao longo da história tem apresentado instabilidade, mas também poucos avanços na área da engenharia ambiental e a situação permanece a mesma até nos dias atuais com um sério risco para as pessoas que moram mais perto dessas barragens.