Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 21/06/2021

No dia 5 de novembro de 2015 acontecia um dos piores desastres ambientais registrados nos últimos anos no mundo que foi o rompimento da barragem de mariana. O prejuízo não foi só financeiro, milhares de vidas animais, vegetais e humanas foram ceifadas, além de muitas pessoas estarem ainda desaparecidas e várias famílias sem suas casas. As notícias e denúncias publicadas na imprensa sobre o desastre ambiental ocorrido apontam que a tragédia ocorreu devido à negligência por parte dos órgãos de fiscalização, da própria Samarco e do governo.

Esse rompimento, provocou na região uma grande inundação de rejeitos despejados, tendo como exemplo a lama, que agora impede o crescimento de árvores e plantas impedindo a passagem da luz para o terreno, tornando o solo infértil e desértico e também possibilitando o assoreamento de rios mais próximos. Além de provocar uma enxurrada de lama que devastou o distrito de Bento Rodrigues, deixando um rastro de destruição à medida que avança pelo Rio Doce, foi uma violação de direitos humanos de excepcional gravidade.

Pouco mais de três anos depois, surge uma nova tragédia tão preocupante quanto, que foi o rompimento da barragem de Brumadinho, no mesmo estado. A importância de uma maior necessidade de conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental leva a formação de desenvolvimento sustentável levando a consciência de que é necessário tratar com racionalidade os recursos naturais, pois fica nítido quando impactos como esse, se não tratados podem causar problemas irreversíveis para o bioma local alterando até mesmo seu microclima, uma vez que estes podem se esgotar.

Portanto, é de séria importância adquirir medidas para solucionar esse problema. É primordial a necessidade de uma maior atenção da população junta a uma rígida fiscalização governamental sobre os problemas mencionados. Desse modo, o Governo ficará encarregado por estabelecer uma lei que exija uma porcentagem à mais nos impostos das empresas que são possíveis causadoras de impactos ambientais, sendo assim agregando uma rígida averiguação dessas empresas. E esse aumento de imposto, será determinada à ONG’S com o apoio de biólogos que visam estudar e reconstruir a flora local de áreas que sofreram danos, analisando reduzir as complicações provocadas ao meio ambiente.