Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 18/06/2021

Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem como característica mais marcante um nacionalismo ufanista, acreditando em um Brasil utópico. Entretanto, o descaso com os desastres ambientais, como o de Mariana, torna o país ainda mais distante do imaginado pelo personagem. Nessa perspectiva, seja pelo possível esgotamento das fontes naturais, seja pelas grandes devastações que esse tipo de desastre pode causar, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente sobre a dificuldade de conciliar a consciência ambiental e o desenvolvimento.

Em primeiro plano, é imperioso ressaltar que estudos foram feitos pelo Centro de Produções Técnicas, CTP, afirmando que existem possibilidades do esgotamento dos recursos naturais, seja água doce ou salgada, árvores e plantas. Mostrando então, que a sociedade brasileira tem contribuído para a escassez de tal natureza com atitudes maléficas para o meio ambiente. Com isso, é necessário o desenvolvimento da compreensão para com uma consciência ambiental, evitando assim, acontecimentos como o desastre de Mariana.

Paralelo a isso, o descuido com o meio ambiente causa severas consequências, como o desastre citado, onde houve 19 pessoas mortas e mais de 700 pessoas feridas, de acordo com a UFES - Universidade Federal do Espírito Santo. Podendo citar ainda a devastação da fauna e da flora do município que acarreta mudanças – negativas – tal como o efeito estufa e aquecimentos global, chuvas ácidas e a destruição de habitats.

Portanto, é dever do Ministério do Meio Ambiente, MMA, que promova junto com a mídia, campanhas e projetos de incentivo para a preservação ambiental, criando anúncios virtuais sobre o desenvolvimento da consciência ambiental, mostrando também as causas, as resultantes e como evitar tal problemática, que segue afetando cada dia mais o cotidiano dos brasileiros. A partir dessas medidas, os imbróglios supracitados não representaram uma questão para a sociedade.