Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 19/06/2021
O Brasil é um país localizado no sul do continente americano e destaca-se por sua rica diversidade cultural e ambiental. Entretanto, com o intuito de crescer economica e industrialmente, o país tem demonstrado muito descuido e indiferença com a preservação de tal riqueza. Um exemplo disso, foi o rompimento da barragem de Mariana em 2015 que acarretou danos severos e permanentes no ecossistema e na civilização.
Em primeiro lugar, vale-se ressaltar que, tal acontecimento acarreta conflitos cotidianos para os moradores das cidades afetadas, visto que mesmo 6 anos após o desastre, a população não se sente segura suficiente para ingerir a água vinda do rio e recorrem a criar reservatórios de água originadas de minas. Certamente, os cidadãos não devem se submeter a tal circunstância para desfrutar de seu direito a água potável.
Simultaneamente, nesse cenário, é importante ressaltar que o desastre ocorrido em Mariana deixou sequelas duradouras para o ecossistema atingido, vendo que não existem mais peixes no Rio Gualaxo e agricultores não utilizam mais dessa água. Logo, o tempo de regeneração do meio ambiente é desproporcional com a capacidade humana de degradação, ou seja, a natureza não é capaz de se recuperar da devastação na mesma velocidade que esta é executada. Em decorrência, deve ser realizada uma prevenção para que acontecimentos como esse não sejam presenciados mais.
Torna-se evidente, portanto, a urgência de medidas para alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever do SISNAMA (Sistema Nacional do Meio Ambiente) junto do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) fiscalizar e garantir o equilíbrio e a preservação do meio ambiente por meio de políticas públicas voltadas a proteção dos ecossistemas com o intuito de garantir o direito da população de um meio ambiente preservado, equilibrado, útil para a humanidade e protegido de ações devastadoras.