Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 19/06/2021

Em novembro de 2015, a barragem localizada  em Mariana (MG), se rompeu, gerando a contaminação de rios e desrindo o distrito de Bento Rodrigues. De acordo com a consultoria Bower Associates em parceria com o geofísico David Chambers, foram entre 50 a 60 milhões de metros cúbicos de resíduos despejados no município mineiro. É importante aprender com desastres como esse para que não aconteça novamente.

Primeiramente, é fundamental destacar os fatores que causaram esse acidente. Pode-se citar, por exemplo, a negligência e o despreparo das empresas e do governo em relação ao perigo dessas situações, que ignoraram a instabilidade da barragem. Além disso, é vital citar os impactos econômicos e ambientais gerados pelo acidente. A contaminação do Rio Doce, por exemplo, trouxe vários prejuízos como o aumento do custo da água e do preço de peixes e frutos do mar.

Em segunda instância, vale destacar o pensamento do filósofo chinês Confúcio que disse que não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros, pode-se lembrar do desastre semelhante que aconteceu em Brumadinho (MG). A repetição do erro mostra a inoperância do governo que não se previniu. Ademais, de acordo com o Departamento Nacional de Prodeção Mineral, existem vinte e três barragens em alto risco de rompimento, ou seja, com grande risco de mais um acontecimento do gênero.

Tendo em vista o contexto supracitado, é fundamental  tomar medidas de combate a essa situação. É função do Estado criar leis e punições mais rígidas em combate e prevenção a esses cenários, objetivando a erradicação dessas catástrofes. Também é necessário que os órgãos responsáveis fiscalizem severamente, combatendo esse mal cedo antes que se torne um grande perigo. Tomando essas atitudes é possível combater essa mazela que assola o mundo contemporâneo.