Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 21/06/2021

“Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensina-lo a amar seu semelhante’’ A frase do teólogo Albert Schweitzer, deixa nítida a relação que um país dever ter em conciliar o meio ambiente e desenvolvimento.Assim, o desastre ambiental de Mariana houve a contínua exploração de minerios, a fim de obter o máximo de lucro possível sem conciliar o espaço físico.

O rompimento da barragem de rejeitos da Samarco em 05 de novembro de 2015 - que destruiu o distrito mineiro de Bento Rodrigues - é o maior desastre do gênero da história mundial nos últimos 100 anos. Se for considerado o volume de rejeitos despejados, foram de 50 a 60 milhões de metros cúbicos (m³).

Segundo as pesquisas feitas pelo DNPM (Departamento Nacional de produção mineral). No Brasil tem 299 barragens, das existentes, cerca de 138 têm alto dano potencial associado, o que quer dizer que, caso a estrutura ceda, o estrago será devastador. Apesar do número estar na escala das centenas, somente 19 barragens são consideradas prioritárias pelo estado crítico, em que se apresentam o critério para essa classificação é uma combinação das duas categorias. (alto risco estrutural e mais dano que pode causar).

Fica evidente, que a exploração do meio ambiente de forma errada, é o principal problema para que aconteça os problemas ambientais. Contudo, é necessário campanhas para que a sociedade tenha conciência ambiental e ocorra desenvolvimento. E que o ministério do meio ambiente, crie um programa que conte com a participação de engenheiros, que fiscalizem as barragens com altos riscos, só assim terá uma sociedade justa e com ampla progressão nos recursos.