Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 20/06/2021
Foi no século XV que o capitalismo começou a dar seus primeiros sinais de existência. A busca pelo dinheiro e por poder tornou-se algo de extrema importância para as empresas, independentemente de qualquer prejuízo que possa acontecer ao meio ambiente. O desastre ambiental de Mariana é um grande exemplo disso. Desta forma, torna-se relevante discutir acerca dessa problemática.
No contexto dessa discussão, é válido lembrar que o rompimento da barragem colocou em risco a fauna e a flora presente na região do acontecimento. De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), o desastre em Mariana ameaça quase 400 espécies de animais e 3 espécies de plantas. Vale ressaltar, portanto, que esse desastre não só colocou em risco a vida de milhares de pessoas, mas também prejudicou a natureza daquela área.
Ainda na perspectiva dessa problemática, como diz o filósofo Confúcio, “não são as ervas más que afogam a boa semente, e sim a negligência do lavrador”. Similarmente, esse pensamento entra em conformidade com a negligência do governo e o fraco Sistema Legislativo no Brasil, que falharam na fiscalização e nos analises da barragem em Mariana, causando uma tragédia enorme que poderia ter sido evitada. Assim, será possível acabar com esses desastres apenas com a eficácia das leis nas empresas.
Diante do exposto, entende-se a necessidade de reunir esforços para acabar com os acidentes nas barragens em empresas de mineração. Logo, é imprescindível que o Poder Legislativo, sistema responsável pela elaboração das leis que regulam o Estado, implemente uma maior fiscalização das barragens que possuem algum risco de se romper, desenvolvendo mais fiscalizações e eficiência nas empresas, com a finalidade de aumentar a segurança da população e da natureza na região dessas empresas. Com essas condutas, ter-se-á um Brasil melhor e com um meio ambiente mais saudável.