Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 21/06/2021
O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) reconheceu o rompimento da barragem de Fundão em Mariana, na região Central do Estado, como o primeiro crime ambiental brasileiro classificado como violação de direitos humanos, tal desastre ambiental ocorrido em 5 de novembro de 2015 é o maior da história do Brasil e deixou 19 mortos, além de danos à natureza de acordo com evidências mostradas pela mídia. O distrito de Bento Rodrigues foi devastado pela lama da barragem de Fundão, pertence à mineradora Samarco - cujas controladoras são a Vale e a BHP, os danos na natureza e na economia devido ao desastre incluí a devastação da bacia hidrográfica do Rio Doce, matar a vida aquática e acabar com o turismo e subsistência de milhares de pessoas.
Após a tragédia de Mariana, a Vale apoiou a criação da Fundação Renova, que se demonstrou pouco eficaz. As vítimas, que perderam suas moradias e familiares dos mortos, não foram totalmente indenizadas. A lama tóxica continua no mesmo lugar e o Rio Doce continua praticamente morto. Uma das líderes das comunidades ribeirinhas. Ninguém foi preso e punido. Pouco mais de três anos após o incidente tal situação se repetiu em outra barragem, em Brumadinho, Minas Gerais. Desta vez, porém, o número de vidas sacrificadas foi muito maior. Nas primeiras 24 horas foram confirmadas 34 mortes e incontáveis desaparecidos.
Além dos danos ambientais existe também o dano causado na população habitante do local do desastre, a maioria dos sobreviventes perderam tudo que possuíam ou até mesmo familiares ou amigos que poderiam estar tanto mortos como desaparecidos
Para prevenir tais desastres que causam tanto dano ao meio ambiente, sería necessário que o Governo Federal se certificar-se de auxiliar famílias que perderam tudo no desastre ambiental além de monitorar toda atividade de impresas internas e externas em todo o Brasil que atuam no meio ambiente afetando o ecossistema brasileiro por meio de surpervisores que revisam todas as atividades de forma mensal.