Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 21/06/2021

Logo depois da 2° guerra mundial, houve a criação de alguns programas ambientais pela ONU, em um destaque o PNUMA, “Programa das nações Unidas para o meio ambiente”, que buscava estudar a relação do homem com a natureza e do desenvolviemento econômico. Nessa época, o mundo estava bem atento nesse tema. Entretanto era visto com o passar do tempo essas questões eram novamente deixadas de lado por uma grande parte de alguns setores governamentais.

A função deste desleixo, ocorreu em Mariana no Brasil, atualmente foi o pior desastre ambiental registrado nesse século, quando uma barragem da empresa Samarco se rompeu. Os rompimentos, provocaram na área uma enorme inundação de rejeitos despejados, um exemplo bem claro disso foi a lama, que atualmente impede o crescimento de árvores e plantas na região atingida, impedindo também a passagem da luz para o terreno, tornando assim o solo infértil e desértico e possibilitando o assoreamento dos rios mais próximos.

De acordo com a pesquisa do site super.abril.com.br, das 299 barragens ou também as represas no brasil, 23 possuem o risco de se romperem, essa pesquisa mostra para população que há uma deficiência nos nossos orgãos fiscalizadores que precisa ser atenuada o quanto antes. A importância de uma maior conciliação ambiental e econômica fica bem nítida quando há impactos como esse, se não tratados podem causar problemas irreversíveis para o bioma local aterando também o microclima.

Portanto, a necessidade de uma maior atenção populacional unida a uma rígida fiscalização governamental sobre os problemas citados. Para essa situação o governo ficará responsável por implementar uma lei que cobre uma porcentagem à mais nos impostos das empresas nas quais são possiveis causadoras de impactos ao meio ambiente, aumentando assim uma séria inspeção destas empresas e nesse modo essa quantia será destinada à ONG´S com o apoio dos biólogos que visam estudar e reconstruir a flora local nas áreas que principalmente sofreram os danos.