Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 20/06/2021

A barragem é projetada para armazenar águas residuais ou de mineração de acordo com rígidos padrões de localização, ambientais, estruturais e de segurança social. No entanto, no recente desastre em Mariana, Minas Gerais, todas as normas e medidas de segurança parecem ter sido deixadas de lado, colocando o desenvolvimento acima da consciência ambiental. Isso porque a negligência e a ganância da empresa responsável visavam apenas ao lucro, e o papel do governo após o desastre se mostrou ineficaz e negligente.

Não há dúvida de que a questão constitucional e sua aplicação são uma das causas do problema. Para Aristóteles, a política deve ser usada de forma que o equilíbrio seja alcançado por meio da justiça. Da mesma forma, observou-se que o descumprimento das mineradoras responsáveis ​​pelos legislativos violou o equilíbrio proposto por Aristóteles, pois o descumprimento das políticas de proteção ambiental afeta diretamente a natureza e a população. Portanto, a poluição do leito dos rios, destruição das matas ciliares, poluição dos sistemas aquáticos e dos moradores mostra a importância do fortalecimento da fiscalização como forma de solucionar o problema.

Além disso, o descaso do governo com o cenário pós-trágico é um fator determinante para a falta de consciência ambiental. Durkheim acredita que os fatos sociais são uma ação coletiva e uma forma de pensar. Nesse sentido, foram notadas posições contrárias de governantes sobre desastres ambientais, pois o povo brasileiro e grande parte da região se mobilizaram para ajudar as vítimas e mostraram simpatia e preocupação com os efeitos da natureza, enquanto o governo se mostrou ineficiente e negligência Ações específicas. Portanto, a falta de ações para controlar o forte impacto do lodo tóxico exacerbou os problemas no Brasil.

Portanto, é compreensível que as consequências de não aliar consciência ambiental e desenvolvimento porão em risco a natureza e a população, acarretando prejuízos incomensuráveis. Para amenizar esse problema, o governo federal deve trabalhar com o Ministério do Meio Ambiente para formular leis ambientais mais rígidas, ampliar a fiscalização das mineradoras, etc., e também realizar campanhas publicitárias em todo o país com as emissoras para estimular a conscientização ambiental. Empresas e indivíduos condenam crimes contra a natureza. Dessa forma, o equilíbrio proposto por Aristóteles será gradualmente restaurado.