Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 20/06/2021

Após a Segunda Guerra Mundial, as Nações Unidas formularam uma série de programas ambientais, especialmente o PNUMA, o “Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente”, que tinha como objetivo estudar a relação entre o homem, a natureza e o desenvolvimento econômico. Naquela época, o mundo inteiro conhecia esse assunto. No entanto, pode-se ver que essas questões foram deixadas de lado por alguns departamentos do governo novamente por muitos anos.

Como resultado dessa negligência, o pior desastre ambiental registrado no século passado ocorreu em Mariana, no Brasil, quando uma barragem pertencente à empresa Samarco rompeu. Essa ruptura fez com que a área despejasse uma grande quantidade de rejeitos, como lama, que agora impede o crescimento de árvores e plantas, impede a entrada de luz no solo, torna o solo árido e deserto e aproxima os rios.

Segundo dados do site super.abril.com.br, das 299 barragens ou barragens do Brasil, 23 estão em risco de rompimento. Este estudo mostra que as pessoas precisam aliviar a falta de agências de inspeção de órgãos o mais rápido possível. Quando tal impacto, se não for tratado, pode causar problemas irreversíveis ao bioma local, ou mesmo alterar seu microclima, fica evidente a importância de fortalecer a coordenação ambiental e econômica.

Portanto, é óbvio que mais atenção da população é necessária, enquanto inspeções governamentais rígidas sobre as questões acima são necessárias. Para tanto, caberá ao governo implementar uma lei que impõe um percentual adicional sobre os impostos corporativos que possam ter impacto sobre o meio ambiente, reforçando assim a fiscalização rigorosa dessas empresas. Com o apoio de biólogos, o maior valor arrecadado com esse imposto será utilizado por organizações não governamentais, que visam estudar e reconstruir a flora local em áreas degradadas, visando reduzir os problemas ambientais.