Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 21/06/2021
Desde o seu inicio na Grécia antiga e até hoje, o uso do meio ambiente vem sendo feito de forma predatória e itinerante. A construção desapropriada de estruturas em determinados ambientes pode gerar impactos ambientais irreversíveis, se não houver um ajuste ambiental e empresarial.
Com o desastre de Mariana, o Brasil se voltou para esses apuro como nunca antes, porém, nossa legislação para o ambiente ainda é falha. Hoje no Brasil é possível constatar essa falha em diversos locais, por exemplo em, construções sobre aterros, nas barragens com risco de desmoronamento e no escoamento de esgoto direto no mar, sem o estudo de possíveis impactos para o ambiente.
Os problemas unidos a essas construções inadequadas, sejam eles, a destruição da fertilidade, a contaminação e o desmoronamento do solo terrestre ou aquático, impedem que esses locais se renovem, causando impactos incontáveis para o ser humano podendo matar animais e plantas essenciais à eles. Mesmo com a fiscalização ambiental não foi suficiente para evitar essa exploração predatória da natureza pelo homem.
Devido a esses fatores é primordial que haja uma atualização nas leis ambientais pelo poder legislativo, que exija, dos empresários, uma carta que constate que os efeitos gerados por sua empresa sejam mínimos para o ambiente, caso não tenha essa carta o governo proibirá a construção da empresa. O governo também executará uma fiscalização ambiental mais rigorosa nas empresas, que será feita de acordo com o risco que essas empresas possam originar para o ambiente, a capacitação dos empresários será feita pelos fiscais, afim de mostrar a importância do meio ambiente para a humanidade em prol do seu desenvolvimento.