Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 20/06/2021
Foi em 5 de novembro de 2015, que aconteceu o pior acidente de mineração do brasil, o rompimento da barragem criou uma enxurrada de lama que destruiu o distrito de Bento Rodrigues, deixando um rastro de destruição à medida que avança pelo Rio Doce, de acordo com o site G1 minas gerais um estudo contratado pelas mineradoras Vale, mostrou a presença de lama em um lugar que deveria haver somente areia, seria possível a falta de manutenção a causa desse desastre?
De acordo com o site Hoje em dia o professor Carlos Barreiro Martinez afirma que a sobrecarga na barragem é fruto de irregularidades na inspeção. “Se realmente a causa foi excesso de rejeitos, houve falha de fiscalização”, também no site da G1 minas mecânicas afirmam que “A fiscalização, eu diria, sendo um pouquinho franco, não existe. O órgão fiscalizador em Minas Gerais não tem mais que três pessoas especializadas em barragens”, “Existem 120 barragens em construção montante em Minas Gerais. Precisamos melhorar muito o monitoramento dessas barragens todas”.
Tendo visão que a causa do problema foi a falta de fiscalização e sabendo que essa mesma causa pode trazer problemas assim como os de junho de 2001, janeiro de 2007, agosto de 2014, setembro de 2014 e o de mariana todos ocorridos em minas, que por erros grotescos como a falta de fiscalização pessoas podendo causar perda de vidas e levando a um processo de anos para reflorestar a área atingida.
Podemos concluir que além dos diversos impactos ambientais, e todas as vidas perdidas se os problemas de fiscalização não forem resolvidos os problemas podem continuas se repetindo em diferentes lugares, e a solução pode ser encontrada através de profissionais que por sua vez supervisionariam os supervisores supervisionado a barragem.