Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 20/06/2021

É evidente como as transformações que o homem oferece ao meio ambiente, como a infertilidade do solo e o bloqueio do desenvolvimento de espécies vegetais. Pode-se citar como exemplo, o desastre ambiental de Mariana em 5 de novembro de 2015, ocasionado pelo rompimento da barragem de rejeitos do Fundão.

Sabe-se que uma interrupção do desenvolvimento de espécies animais e vegetais afeta o ciclo vital verificado anteriormente, visto que aproximadamente 62 milhões de m³ de rejeitos de mineração, atingiram várias regiões, tornando seus respectivos solos, inférteis, devido a lama tóxica liberada. Deve-se atentar também para, os grandes danos sociais, como várias famílias desabrigadas, que perderam suas casas durante o desastre, além daquelas que perderam um ente querido.

Outrossim destaca-se o descaso do Governo no cenário pós tragédia como impulsionador da falta de consciência ambiental. Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar. Nesse contexto, nota-se a postura oposta dos governantes frente ao desastre ambiental, pois a população e grande parte do Brasil se mobilizaram para ajudar como passada e impacta empatia e preocupação com os efeitos sobre a natureza, enquanto o Governo sujeito à inoperância e negligência ao não tomar medidas concretas. Assim, uma falta de ações para a contenção dos túmulos dos efeitos do lama tóxica agravou o problema no Brasil.

Portanto, é necessário reavaliar esse avanço que a humanidade conquistada como custas do meio ambiente. Os governantes devem fazer leis mais rigorosas, que sejam cumpridas e fiscalizadas pelos órgãos públicos, para que empresas que causam danos ao ecossistema sejam punidas. E os colégios precisam conscientizar como futuras à educação ambiental, com palestras mostrando que até as pequenas atitudes podem ajudar a preservar o meio. Desse modo, aprenderão a conciliar o progresso sem explorar o meio que vivem.