Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 20/06/2021
O rompimento da barragem em Mariana, já faz dois anos e nada foi feito. Este caso chocou o Brasil e o mundo em 2015 por negligência, falta de assistência para as pessoas e carência de preocupação com a fauna e flora atingida. Além disso, o desastre caiu no esquecimento não sendo mais noticiado pelas mídias com a mesma importância das outras reportagens. Dessa forma, é preciso aperfeiçoar o desenvolvimento sem danificar o meio ambiente.
A busca pelo progresso é incessantemente estimulada no homem. Assim com a surgimento das revoluções industriais juntamente com o capitalismo, a demanda por desenvolvimento cresce cada vez mais. E por isso grandes fábricas precisavam ser construídas, e dessa forma o desmatamento e destruições do meio em prol do avanço acontece a amis de 150 anos. Nesse sentido, a ONU em 1972 organizou a primeira conferência de Estocolmo, para discutir temas sobre o meio ambiente. Em suma a convenção decidiu que, as gerações futuras teriam o direito incontornável de viverem em um ambiente com saúde e sem degradações.
Entretanto na Rio+10 foi debatido sobre o desenvolvimento sustentável. E perceberam que muitos países não abandonaram as ambições políticas em benefício da conservação de recursos. Como exemplo disso, a ruptura da represa da mineradora Samarco, que para o empreendimento contínuo funcionando, negligência-se o monitoramento da barragem, que por sua vez acabou cedendo e destruiu tudo com uma avalanche de lama por onde passava. E o preço pago por este progresso foi: Danos aos ecossistemas marinhos e do Rio Doce, a toxicidade dos rejeitos e o estrago causado ao município de Mariana.
Portanto, é necessário reavaliar esse avanço que a humanidade conquistou como custas do meio ambiente. Os governantes devem fazer leis mais rigorosas, que são cumpridas e fiscalizadas pelo órgão público, para que as empresas que estão causando danos ao ecossistema sejam punidas. E os colégios precisam conscientizar as futuras gerações à educação ambiental, com palestras mostrando que até pequenas atitudes podem ajudar a preservar o meio. Desse modo, aprenderia a conciliar o progresso sem explorar o meio que vive.