Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 22/06/2021

No dia 05 de novembro em 2015, ocorreu o pior desastre do gênero mundial nos últimos 100 anos. A barragem da mineradora Samarco, se rompeu. Uma enxurrada de lama tóxica que devastou o distrito de Bento Rodrigues, deixando rastros pela natureza, famílias sem moradia com pouca água disponível, sem contar aqueles que perderam a vida na tragédia.

A barragem foi construída como o objetivo de conter os rejeitos que vinham da extração do minério de ferro das minas da região de minas gerais, entretanto abundância de aterro durante vários anos fez com que a barragem não aguentasse e se rompesse.A Samarco, mineradora responsável pela barragem, em hora alguma falou para os moradores sobre os riscos de ruptura.

Segundo um dos mais solicitados engenheiros ambientais do Brasil e que já prestou, por um longo período, consultoria à Vale. Afirma ele “Todas as barragens da Vale estão em risco e podem se romper a qualquer momento. A empresa não quer gastar o dinheiro necessário para recuperar o meio ambiente”. O brasil tem 299 barragens cadastradas pelo Departamento Nacional de Produção Mineral, sendo dessas, 23 têm alto risco da estrutura se romper, E 138 têm alto dano potencial associado, o que quer dizer que, caso a estrutura ceda, o estrago será devastador.

Logo é evidente que o desastre de mariana causou enormes problemas tanto para as pessoas que moravam na região, que morreram ou perderam tudo sem saber o que estava acontecendo, quanto para as espécies daquela região e que infelizmente ainda irão sofrer com esse problema. Em Suma, todo esse sofrimento poderia ter sido evitado se fosse feitas as devidas providências .