Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 21/06/2021

No Brasil, ainda não é possível conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento nas instituições já que, uma espécie da natureza é comum no século XXI. A falta de fiscalização governamental e a displicência da parte da Companhia Vale do Rio Doce fez com que o desastre de Mariana se repetisse, matando mais morta em Brumadinho.

Em uma primeira análise, a negligência do setor público em fiscalizar a indústria de minério foi o culminar desse desastre ambiental. O motivo do problema é a falta de investimento dos políticos, que priorizam imediatamente ações como pavimentação de ruas e avenidas, deixando todo o ecossistema à sua mercê. Isso pode causar um problema sério, se isso acontecer, os municípios próximos à barragem podem ser afetados, datados em muitas mortes.

Além disso, é importante destacar que, segundo Immanuel Kant, o princípio da ética é atuar de forma que tal comportamento se tornar prática universal. Portanto, uma falta de fiscalização do governo para cumprir as leis e regulamentos ambientais tem contribuído para a recorrência de desastres ambientais como Mariana e está em contraste total com o código de ética de Kantiana, porque todas as empresas consideram não fiscalizar e principais punidas por isso , vai produzir desastres ambientais e será impossível viver no Brasil.

Levando-se em consideração esses aspectos, é necessário que o governo tome medidas sobre as questões acima. O Ministério do Meio Ambiente deve estabelecer um grupo de operação da indústria de mineração para garantir a existência de vida e tomar medidas como exigir que as fábricas tenham sistemas de alarme, emergência, treinamento de acidentes para trabalhadores e população, Construir barragens de concreto para evitar que rejeitos fluam para os rios e casas.