Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 24/06/2021
Notícias e reportagens veiculadas na mídia sobre o desastre ambiental em Mariana (MG) indicam que uma tragédia ocorreu por negligência do órgão fiscalizador, da própria Samarco e do governo. Os órgãos de fiscalização (DNPM e FEAM) são um dos responsáveis pelo ocorrido em Mariana, pois emitiram recentemente laudo atestando a segurança da barragem da Samarco. Essas devem ser investigadas minuciosamente para saber se esses relatórios foram emitidos com base em dissipados cuidadosa, emitidos “no local”, ou foram encomendados por alguém para permitir que empresas de mineração operem.
A Samarco também deve passar por uma investigação detalhada, pois afirma que todas as regulamentações relacionadas à mineração foram integralmente cumpridas, mas fica a dúvida: se a empresa cumpre todas as regulamentações, como aconteceu esse desastre? Certas regras não devem ser cumpridas. Esses engenhos não equipam, um mecanismo mais eficaz do que um telefone que pode lembrar rapidamente todos os residentes de evacuar a área perto da barragem? As chances são, sim.
O governo também deve arcar com parte da responsabilidade, pois emitiu para a Samarco alvará de funcionamento da Agência Reguladora Regional de Regularização Ambiental (SUPRAM), mesmo após o estudo elaborado pelo Ministério de Relações Públicas e encaminhado à Secretaria Nacional do Meio Ambiente o risco de rompimento das barragens de Fundão e Santarém, em Mariana.
Além disso, a perda não foi apenas financeira. A vida de animais, plantas e humanos foi tirada e muitas pessoas ainda estavam desaparecidas. Os reguladores, um Samarco e o governo devem ser investigados,