Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 24/06/2021

Atualmente no Brasil, muitas empresas buscam aumentar seus os lucros. Eles aproveitaram as fragilidades da legislação ambiental para instalar fábricas em áreas que deveriam ser protegidas. Segundo o filósofo Karl Marx, o dinheiro é a essência alienada do trabalho e da existência humana. Nesse sentido, pode-se dizer que o desastre ambiental de Mariana é resultado do comportamento humano, ou seja, a manutenção do nosso bem-estar e um meio ambiente equilibrado depende de nós e do país. Sabemos que os ecossistemas são formados por energia, consumidores e decompositores, e precisam de reservas de água para se manter. Portanto, um grande número de rejeitos na lama atinge o corpo d’água e o solo, destruindo matas ciliares e rios, e destruindo ecossistemas terrestres e aquáticos. Embora a Samarco seja a responsável, a sociedade e os órgãos governamentais também são responsáveis porque nós e os fiscais não denunciamos as violações.

Dados do DNPM comprovam esse ponto, que estabeleceu 299 barragens no Brasil, das quais apenas 19 são convencionais. Portanto, as pessoas devem estar cientes disso para que possam condenar ações que são prejudiciais ao meio ambiente. Infelizmente, desde o descobrimento do Brasil em 1500, devido ao tempo de Portugal em explorar o pau-brasil no seu território, consideramos apenas lucro e sobraram apenas 10% desta árvore, que era abundante na época. Muitas empresas ainda recorrem a altos lucros e abrem mão de suas responsabilidades como planeta, e a forma mais viável é adotar um projeto com desenvolvimento financeiro e compromisso com o cidadão, o país e o Ministério do Meio Ambiente.

Em primeiro lugar, a melhor forma é o tratamento preventivo, pois para Mariana, além da desregulamentação ambiental, também foram destruídas residências de moradores, fontes de água e alimentos. Portanto, ao lidarmos com a natureza, temos a responsabilidade de protegê-la de qualquer comportamento prejudicial. Portanto, para proteger nosso planeta, a sociedade deve aumentar a conscientização por meio de palestras e anúncios de cientistas e biólogos. Para tanto, o Ministério do Meio Ambiente deve analisar severas penalidades e multas para reduzir as infrações nas empresas e buscar fiscalizá-las. Dessa forma, vamos melhorar nosso planeta porque nossa consciência se reflete em nossa atitude.