Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento
Enviada em 25/06/2021
Em 5 de novembro de 2015, ocorreu o rompimento da barragem de Fundão da Mineradora Samarco, controlada pela Vale e BHP Billiton, causando a inundação de grande quantidade de lama. A lama destruiu o bairro de Bento Rodrigues, em Mariana, Minas Gerais, destruiu casas e matou 19 pessoas, entre moradores e funcionários da própria mineradora. Além das perdas de pessoal e materiais, a lama derramada do rompimento da barragem também causou graves impactos ambientais.
O rompimento da Barragem do Fundão liberou o equivalente a 25 mil piscinas olímpicas. Segundo a Samarco, essa mistura é composta por óxido de ferro, água e grande quantidade de solo, não é tóxica, mas pode causar muitos danos. A lama liberada causou uma grande área de pavimentação. Isso ocorre porque a lama seca e forma uma espécie de cimento, e a secagem completa desses materiais leva anos. Ao mesmo tempo, nada pode ser construído no local. Além disso, o material não contém matéria orgânica e, portanto, é estéril.
A necessidade de coordenar o desenvolvimento econômico e a proteção ambiental tem levado à formação do desenvolvimento sustentável, levando as pessoas a perceberem que os recursos naturais devem ser tratados de forma racional porque podem se esgotar. Mobilizar a auto-organização social para que o desenvolvimento econômico não seja predatório, mas “sustentável”.
É preciso entender que os recursos naturais são limitados, e o crescimento econômico deve considerar a proteção do meio ambiente em que vivemos, para que as consequências não sejam mais catastróficas no futuro próximo. Uma abordagem humana que reconhece a responsabilidade coletiva da crise ambiental global, indicando a necessidade de considerar a ética ambiental no programa de consciência ecológica coletiva.