Desastre ambiental de Mariana: A importância de conciliar uma consciência ambiental e desenvolvimento

Enviada em 25/06/2021

Segundo o IEMA (Instituição de Meio Ambiente e Recursos Hídricos) após o rompimento da barragem de mariana, o governo  do estado do Espirito Santo buscou se informar sobre a extensão dos impactos gerados pelos rejeitos de minerio que estavam presentes na barragem. Devido a gravidade da situação, foram iniciados os trabalhos de mobilização com a participação do governo e do comitê hídrico governamental para avaliar as medidas de enfrentamento ao avanço do rejeito pela região e suas  consequências.

Outrossim, foram criadas proposta para evitar que outras regiões onde a passagem de um rio ou corrego sejam contaminados com os rejeitos, que além de imperider que os animais possam se alimentar do pasto no solo, peixes e outros organismos vivos possam respirar, tornando a água impropria para o consumo humano e dos animais. Contudo, uma das medidas proposta pelo governo para se manter o abastecimento das casas dos moradores das regiões que dependiam da água do rio para tirar o seu sustento receberam a água tratada vindo do rio da região.

Tal fato não agrada os moradores destas regiões afetas, que procuram outras fontes de água, para se evitar o consumo dessa água disponibilisada pelo governo. Outrossim, o governo do estado do Espirito Santo procurou criar barreiras para se evitar a propagação dos rejeitos de minério na água do rio que deságuam no mar, por conta do risco que se ter um impacto no ecossistema marinho.

Em suma foram propostas varias ideias para se estabilizar tanto a situação do ecossistema que foi abalado naquela região por conta da contaminação pelo rejeito de minério, e a situação da população que vivia na região que permanecem sentindo os impactos desse desastre no seu cotidiano. Contudo, atualmente existem projetos que se dedicam a ajudar e restaurar tanto o meio ambiente afetado como também a população atingida.