Desastre em Brumadinho e a gravidade da reincidência dos crimes ambientais
Enviada em 10/06/2020
No dia 25 de janeiro de 2019, ocorreu o rompimento da barragem da Mina do Córrego do Feijão, Localizada na cidade de Brumadinho no Estado de Minas Gerais. Considerado como crime um ambiental, e o terceiro com mortes humanas e grave impacto ambiental desde 2014. Este panorama evidência a nessecidade de evitar reincidências dos crimes ambientais. Primeiramente, é importante mencionar o quão graves são as sequelas sociais do rompimento da barragem. A Defesa Cívil de Minas Gerais já relatou e confimou mais de 200 mortes perante à esse desatre, além de Edíficios, residências e patrimônios Históricos tombados pelo IPHN ( Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ). Diante do Exposto, é fato que o impacto social causado por um crime ambiental dessa proporção é gravissíma e deve ser evitada a reincidência de crimes semelhantes. Em segundo lugar, a consequência ambiental causada por esse desastre é critica. O rompimento da barragem não só apenas liberou milhares de metros cúbicos, como também, rejeitos contendo substâncias não biodeogradáveis, incluindo metais pesados. Esses componentes se acumulam e as biodiversidades do lugar são afetados. Esses componentes podem se tornar motivos de extinção de espécies locais, assim como pode atingir pessoas da região. Portanto, para mudar este cenário é necessário evitar crimes ambientais, dada as gravidades sociais e ambientais que eles causam. Para isso, é necessario que a ONGs juntamente à sociedade façam manifestações pacíficas para que o governo tome medidas mais drásticas em relação a punição de empresas e pessoas que fazem parte disso, para que não ocorra mais mortes e dados ambientais. Sendo assim, a reincidência será evitada.