Desastre em Brumadinho e a gravidade da reincidência dos crimes ambientais
Enviada em 17/06/2020
Através da obra “Utopia” do filósofo inglês Thomas More, observa-se uma sociedade perfeita, onde o corpo social é padronizado pela ausência de conflitos e problemas. Entretanto através de desastres ambientais no qual o Brasil sofreu nos últimos anos, a realidade é contrária ao que o autor prega. Essa oposição é fruto da falta de fiscalização e o lucro exagerado das empresas.
É de suma importância pontuar que a falta de fiscalização origina-se da baixa atuação governamental para a resolução do empecilho. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável pela garantia do bem-estar populacional, porém, isso não ocorre no Brasil, resultando em catástrofes ambientais. Neste modo, é de extrema necessidade a modificação dessa postura estatal.
De acordo com a bióloga brasileira Aline Balta, “A sociedade que respeita as dinâmicas ambientais está sujeita a catástrofes; a sociedade que não respeita está fadada a elas”. A força da natureza é imensurável, porém, desastres ambientais como em Brumadinho não é uma surpresa para a política ambientalista brasileira. A omissão da empresa Vale em resolver a questão de barragens em situação de risco, é responsável pela morte de centenas de pessoas.
Medidas são necessárias para conter os problemas ambientais no Brasil. O Ministério do Meio ambiente precisa intervir, através de maiores tecnologias para a fiscalização. A justiça brasileira através do Ministério Público precisa identificar os culpados e punir. Desta forma coibirá em médio e longo prazo desastres ambientais no Brasil.