Desastre em Brumadinho e a gravidade da reincidência dos crimes ambientais
Enviada em 07/10/2020
“Inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente”, diz Paul Watson, diretor da fundação Greenpeace. Tal frase apresenta as condições necessárias para se viver plenamente no Planeta Terra; entretanto, a tragédia da barragem rompida em Brumadinho, município de Minas Gerais localizado na Região Metropolitana, consegue contrariar esse propósito e exemplificar um ato de crime ambiental.
Desastres como o aludido, onde uma avalanche de rejeitos de minério de ferro foi feita e atingiu áreas povoadas, assim matando vários e destruindo ambientes, muitas vezes derivam do próprio cidadão que, na busca de lucro demasiado, acaba não medindo as consequências dos seus atos gananciosos, então seguindo irresponsavelmente modelos extrativistas negativos para o ecossistema.
Nós, seres humanos, ao longo da passagem no mundo, modificamos e moldamos o meio ambiente conforme a necessidade de oferecer qualidade de vida à nossa própria espécie. Entretanto, ocorrem pontapés, podendo ser acidentais, intencionais ou notados porém simplesmente ignorados. Portanto, diante do exposto, um dos processos bem utilizados pela sociedade que é a mineração, vem sendo suscetível a ocorrer fatalidades do gênero, amiúde através das suas barragens que, como consequência quando danificadas, poluem rios e destroem diversas espécies de animais.
Em síntese, é fundamental que o Ministério do Meio Ambiente, por meio de campanhas publicitárias, incentive e cobre o seguimento das leis relevantes para que não aconteça nenhuma catástrofe. Deve-se considerar também a fiscalização mais intensa dos crimes. Dessa maneira, há como evitar os malefícios temidos.