Desastre em Brumadinho e a gravidade da reincidência dos crimes ambientais
Enviada em 31/12/2020
O crime de Brumadinho, que está sendo chamado de desastrem ambiental, que foi o rompimento da barragem de minério, que acabou levando a óbito centenas de milhares de pessoas e deixou outras milhares sem moradia, emprego ou bens. Mas esse não foi um problema repentino, a empresa já tinha ciência da rachadura, e como centenas de outras no pais, a empresa omitiu os dados em relação a condição da estrutural, além das compras de laudos fraudulentos.
Assim como por causa da ambição humana milhares vidas no ano de 2019 foram ceifadas, pela sonegação de reparos nas estruturas da barragem, isso e fruto de uma falta de uma fiscalização dura e honesta, pois já haviam sido feitas vistorias na barragem, e os resultados que apontavam os problemas estruturais foram ignorados pela empresa.
Pelo fato mais aceito por especialistas e divulgados pelo jornal O Globo e de que, os reparos na barragem ficariam com alto custo para os investidores, com isso causando uma parada no processa de mineração causando uma diminuição significativa de lucros, pelos danos oferecerem baixo risco de rompimento, as falhas foram ignoradas.
Depois desse ocorrido o Governo de Minas afim de evitar mais tragédias realizou várias vistorias em todas as mineradoras barragens e qualquer estrutura que oferecesse risco como a de Brumadinho, e foram descobertas mais três barragens com falhas leves em sua estrutura, que não tinham sido feitos os alertados as autoridades.
Portanto, para que futuros desastres ambientais não aconteçam e necessário que o Poder Legislativo junto ao Ministério de Minas e Energia, criem leis e invistam verba, na contratação e capacitação de profissionais muito bem qualificados, além dessas empresas terem de pagar 80% do salários dos fiscais, visando a fiscalização diária e qualificada dessas empresar que fornecem riscos ambientais, para que outros incidentes como o de Brumadinho não volte a se repetir destruindo fauna, flora e matando pessoas.