Desastre em Brumadinho e a gravidade da reincidência dos crimes ambientais

Enviada em 22/09/2023

Na Amazônia, floresta tropical brasileira com grande importância mundial, acontecem queimadas criminosas, que afetam a saúde de humanos e animais. Apesar de trágedias como essa serem extremamente graves, não servem de exemplo, pois outros crimes ambientais permanecem acontecendo, por conta do pensamento individualista de algumas companhias que só visam o prórprio lucro e da negligência estatal

A princípio é necessário considerar que enquanto as empresas permanecerem com um pensamento irresponsável perante essa situação, problemas como os desastres das barragens de Mariana e Brumadinho continuaram acontecendo, porque antes de romperem, já apresentavam riscos de segurança e nada foi feito. A ONU (Organização das Nações Unidas), estabelece nos Direitos Humanos, que todos têm direito à vida, sendo uma missão coletiva fazer com que seja cumprido, mas as organizações acabam colocando vida do próximo em risco pelo seu lucro.

Outro aspecto a ser abordado é que por mais que existam leis ambientais, é papel dos governantes fazer com que elas sejam seguidas para que a integridade de seus cidadãos seja preservada. Nesse sentido, Gilberto Dimenstein menciona em seu livro “Cidadão de papel”, que uma lei na teoria pode ser bonita, entretanto, sem fiscalização é ineficaz, ou seja, é indispensável a presença de órgãos reguladores que façam esse papel.

Diante disso, medidas são necessárias para combater o problema, compete ao Governo fazer que quando a legislação seja descumprida tenham consequências graves, por meio da aplicação de multas altas, afim de que as empresas sofram com as consequência de seus atos. Além disso, a mídia, como jornais e revistas, deve denúnciar as companhias criminosas, mediante da exposição delas em seus programas, com a finalidade de alertar a população dos absurdos cometidos. Somente assim, o crime ambiental irá diminuir e casos como o da Amazônia não acontecerão mais.