Desenvolvimento de tecnologias no Brasil
Enviada em 06/11/2025
Com o período da globalização em vista, a tecnologia se tornou a mais importante ferramenta hegemônica mundial. Porém, essa ciência demanda custos elevados para implementação e manutenção, gerando dificuldades de desenvolvimento para países emergentes. Além disso, existe uma carência no ensino técnico e científico, evidenciando a problemática a ser solucionada.
Nesse sentido, é notória a omissão estatal acerca do capital investido na área tecnológica do Brasil. Dessa forma, o fundador da Apple Steve Jobs relaciona a tecnologia como o motor do mundo, ou seja, onde há abrangência desse mecanismo, encontra-se superioridade técnica. Por isso, evidencia-se que se o plano de investimento de um país for inadequado, corre-se o risco de permancer estático no progresso científico. Isso afeta na competitividade internacional, geração de empregos qualificados e na soberania tecnológica.
Outrossim, a ausência de atenção necessária na educação técnica reforça a dependência de tecnologia do país. Dessa maneira, o sociólogo francês Pierre Bourdieu explica que a falta de formação profissional reforça a desigualdade, pois limita o capital cultural e as possibilidades de mobilidade social. Logo, a carência de investimentos nesse setor, em instituições como o SENAI e o SENAC, intensifica a disparidade e, ao não preparar profissionais capazes, torna o país gradualmente mais submetido a outras nações.
Portanto, percebe-se que tais adversidades carecem de alternativas eficazes. Destarte, o Governo Federal aliado ao Ministério da Educação, deve promover uma gestão mais eficiente do capital nacional, por meio da redistribuição de impostos para o desenvolvimento tecnológico da nação. Ademais, é importante que essa gestão auxilie as instituições profissionalizantes na preparação de indivíduos qualificados para o país. Sendo assim, espera-se que, no futuro, o Brasil alcance maior autonomia tecnológica e forme profissionais mais capacitados.