Desenvolvimento de tecnologias no Brasil
Enviada em 13/05/2024
O Futurismo, Vanguarda Europeia expressiva na década de 1920, realçava a importância da tecnologia frente as relações ambientais e humanas, como o uso de automóveis e rádios de comunicação enaltecendo o rompimento com metodologias passadas. Apesar de um expectativa externalizada para a realidade atual, desenvolvimento de tecnologias no país tem sido edificado por muitos brasileiros, mas acompanhada de impasses que impactam na substituição da mão de obra física e na maçante indústrias de lixo eletrônico.
Em primeira análise, é indubitável a soberania das tecnologias frente ao exercício do trabalhador assalariado. Para a corrente “Toyotista”, a estratégia de um bom mercado está em diminuir os custos e aumentar a produtividade por via racional e flexível. Nesse aspecto, caixas de auto-atendimento e secretárias eletrônicas são algumas das ferramentes presentes no cotidiano do brasileiro que denota a escolha das empresas a esses recursos. Isso acontece porque há maior rotatividade financeira em pouco tempo e menor custo ao serviço as quais são acompanhadas de uma parcela significativa de trabalhadores especializados que, por conseguinte, ficam a margem da oportunidade de desempenhar trabalhos.
Além disso, a ascensão da produtividade levou ao quadro de produção de lixo. Nesse ínterim, a produção de lixo está relacionada a uma “Obsolescência Programada”, um conceito sociológico na qual empresas determinam o tempo útil de eletrônicos para que o ciclo de compra e venda continue. Como consequência, há a manipulação comportamental da sociedade que consome sem discernir a real necessidade para o uso, assim como, uma saciável busca pelo novo as quais propagandas romantizam e enaltecem o poder de compra e venda.
Dessa forma, medidas são necessárias para combater esse cenário. De um lado, o Poder Público, por meio de alianças com o Ministério do Trabalho, deve impor uma cota limite para o funcionamento de aparelhos automáticos com finalidade de empregar a mão de obra especializada. Por outro lado, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por via de campanhas publicitárias, devem explanar a população o real papel da inovação tecnológica, afim de desmitificar a equívoca associação entre tecnologias e consumismo, reduzindo a produção de lixo no país.