Desenvolvimento de tecnologias no Brasil
Enviada em 26/09/2024
“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda.” Essa ideologia estabelecida pelo filósofo educador Paulo Freire, na qual o ensino é capaz de configurar as relações ética e moral, reflete a possibilidade de mudanças em relação ao desenvolvimento de tecnologias no Brasil.
Em primeiro lugar, a seara governamental é a principal responsável pela problemática no desenvolvimento de tecnologias. Logo, a Constituição Federal, cujas leis garantem direitos que devem ser respeitadas, no Artigo 205, determina que a educação é um direito de todos e dever do Estado em garantir direitos de oportunidade iguais a todos os cidadãos. Nesse sentido, existe a inaplicabilidade das leis, na qual não há um aperfeiçoamento com tecnologias e nem políticas públicas que íntegra esse desenvolvimento e, consequentemente, essa falta de estimulo desencadeia efeitos negativos, como o desanimo na transformação e debilitação de pesquisas que envolvem o tema tecnológico.
Além disso, todo ser humano possui direitos imprescritíveis, personalíssimos e inalienáveis. A Terceira Geração dos Direitos Humanos é aquela que integra políticas públicas e o cidadão na condição de corresponsável e engloba os avanços tecnológicos. Nesse contexto, é inadmissível que o Brasil – signatário dos Direitos Humanos – perpetue ações contrárias às leis estipuladas pela Carta Magna. Desse modo, a falta de investimento para o desenvolvimento de tecnologias abala todas as áreas sociais, como por exemplo a saúde pública que fica estagnada, sem avanços científicos e técnicos, prejudicando todos os tipos de profissionais.
Com isso, novas práticas devem entrar em vigor a fim de solucionar os problemas já mencionados. Para tanto, o Ministério da Educação e o Governo devem impulsionar essas mudanças, com palestras de incentivos para buscas de novas formas de desenvolvimento do ramo de tecnologias e novos recursos, por conseguinte, investir no desenvolvimento tecnológico possibilita adequar novas formas de fortalecimento da economia, ou seja, uma movimentação de capitais para que seja patrocinado, gerando novas fontes de renda. Assim, o Brasil abandonará as frustrações sociais e o país democrático tornar-se-á realidade.