Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 20/09/2020

Na obra “Utopia” de Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização do planos de More. Esse cenário é fruto tanto do descaso governamental, quanto da falta de ensino sobre a temática nas escolas. Levando em consideração o que Sócrates diz, “Uma vida sem reflexão não vale a pena ser vivida”, diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Primeiramente, é fulcral pontuar que a dificuldade do desenvolvimento econômico sustentável deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à citação de mecanismos que caibam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido a falta das autoridades, que gera uma grande emissão de gases poluentes na atmosfera causando uma série de mudanças climáticas prejudiciais para os seres vivos. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Outrossim, vale ressaltar que a educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Ocupando a nona posição na economia mundial, de acordo com a Fundação Instituto de Administração, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é observado na falta de elaboração de atividades que prezem pelo meio ambiente na escolas do país. Segundo Pitágoras, “Educai as crianças e não será preciso punir os homens”, trazendo essa reflexão para o tema, observa-se a estrema importância da discussão sobre econômico sustentável nas escolas para que os cidadãos do futuro possam usufruir de forma adequada os desenvolvimento econômicos do mundo.

Infere-se, portanto, que ainda a entraves para garantir o equilíbrio econômico e sustentável. Dessarte, com o intuito de concretizar o equilíbrio, é necessário que o Tribunal de Contas da União direcione capital para o Governo Federal que será revertido em um plano nacional para implementar uma matéria na grade curricular dos alunos sobre educação econômica sustentável que terá o intuito de conscientizar os jovens sobre a importância do equilíbrio entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade, por meio do Ministério da Educação. Somente assim será possível alcançar a Utopia de More.