Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 20/11/2020
O iminente risco de colapso ambiental, obrigou a sociedade a adotar formas para o desenvolvimento sustentável, em virtude das consequências geradas pelo crescimento fabril, principalmente, pós Segunda Revolução Industrial. No entanto, apesar do avanço científico ter permitido a adoção da sustentabilidade, alguns líderes resistem em adotar tais medidas.
Por esse viés, a ânsia predatória humana, infelizmente, tornou-se o principal mecanismo de degradação ambiental. Nesse sentido, para o ganhador do Nobel de química de 1995, Paul Crutzen, vive-se uma nova época geológica, o Antropoceno, já que o homem alterou todos espaços geográficos do planeta, devido às mudanças climáticas e à acidificação do oceanos terem atingido proporções globais. Dessa forma, exigindo ação conjunta de países e empresas por intermédio de acordos e práticas sustentáveis para serem atenuados.
Ademais, o descaso de uma série de governos, que priorizam o desenvolvimento econômico em detrimento ao sustentável, põe em risco o futuro da humanidade. A exemplo, dos Estados Unidos que anunciou sua saída do Acordo de Paris, o qual tem o objetivo de limitar o aumento da temperatura média do planeta em até dois graus celsius. Por causa de tais decisões, filmes como Wall-e, no qual a humanidade é forçada a sair da Terra, em razão das pressões ambientais, deixam de ser apenas ficção e representam um futuro hipotético da humanidade. Portanto, depreende-se que práticas sustentáveis já são realidade, entretanto a vilipendia estatal é um perigo para sobrevivência das futuras gerações. Dessarte, é fulcral que o Ministério do Meio Ambiente implemente políticas de redução da emissão de gases estufas e da excessiva exploração do recursos minerais, por meio de articulações com empresas privadas e outros países, limitando a utilização dos ecossistemas, de acordo com estudos que prevejam a fragilidade e as características de cada área. Outrossim, é necessário que as escolas expliquem, através de aulas a importância de exigir que o Estado cumpra os tratados ambientais. Para que permita a renovação dos recursos naturais e melhore a qualidade de vida do seres humanos.