Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 21/06/2021
No fim da Guerra Fria, surge um relatório chamado de Brundtland, em um documento intitulado “Nosso Futuro Comum”, publicado em 1987, no qual desenvolvimento sustentável é concebido como “o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, com os recursos já existentes, sem esgota-los, assim não comprometendo a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades, para poderem utilizá-las também.” No documentário “Tomorrow” dos cineastas franceses Melanie Laurent e Cyril Dion, mostra uma viagem à volta do mundo e um conjunto de respostas para superar os obstáculos ao desenvolvimento no âmbito da economia, das práticas democráticas, da educação, mas também da agricultura e da energia, com o objetivo de criar bases para um desenvolvimento sustentável.
Na contemporaneidade, o desenvolvimento sustentável apresentasse em questão, englobando os conceitos sociais, econômicos e ambientais, que devido a precariedade nessas questões tornasse cada vez mais distante compreender o desenvolvimento sustentável como realidade, devido aos problemas decorrentes que a própria sociedade traz para o âmbito em que vive.
Sendo assim, o desenvolvimento sustentável para deixar de ser uma utopia e tornar-se uma realidade, precisasse que fatores econômicos, sociais e ambientais, como a pobreza, fome, miséria, desemprego, analfabetismo e precariedade na saúde, serem enfrentados, além de a sociedade que hoje é formada pelo ter e não pelo ser, marcada pelo consumismo e questões de democracia e totalitarismo, serem compreendidas, debatidas e enfrentadas, para assim o desenvolvimento aos poucos ser considerado uma realidade, garantindo um novo amanhã para as próximas gerações, podendo assim desfrutar dos recursos fornecidos pelo meio em que viverá.
Portanto, para que o desenvolvimento sustentável passe de uma utopia para realidade, cabe ao Governo e ao Ministério do Meio Ambiente zelar pela natureza, visando o equilíbrio entre o desenvolvimento sustentável e econômico, podendo fiscalizar os principais pontos de desmatamento, aplicando assim leis mais rígidas aos que violarem, para ajudar na fiscalização utilizar um aplicativo que permita fazer denúncias sobre crimes ambientais. Ademais, para a economia e sociedade cabe ao Governo e o Ministério da Educação disponibilizar recursos e aulas para amenizar a desigualdade social e analfabetismo, podendo ser aplicada dentro das escolas com palestras, aulas e a criação de programas e ações, como o fornecimento geração de emprego, melhores salários, assegurando melhores condições de vida para a população e que ajude no crescimento econômico.