Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 25/06/2021
A partir do século XVII, devido a primeira Revolução Industrial, especialmente, a natureza começou a ser notada como uma mina para sugar fortunas. No Brasil não tem acontecido diferente, basta ver as poucas ações públicas para o progresso sustentável. Nesse caso, vale explorar os principais pontos desse problema.
Antes de tudo, segundo o filósofo Aristóteles, é preciso conquistar o meio-termo para ter o sucesso. Porém, a situação econômica brasileira anda, infelizmente, privilegiando a grande produção sem os projetos governamentais para o reaproveitamento, por exemplo. Portanto, a estabilidade aristotélica não é alcançada no desenvolvimento sustentável.
Da mesma forma, embora a recente confederação Rio+20, as indústrias e fábricas brasileiras não modificaram o formato de produção. Com isso, continua exposto com as grandes extrações de madeiras para a geração de energia como também pela poluição das águas por resíduos químicos. Por consequência, observa-se que as próximas gerações serão prejudicadas pela carência de sustentabilidade.
Dessa maneira, para alcançar o equilíbrio aristotélico, é resposabilidade do governo usar capitais com contribuição de financiamentos do governo na construção de centros de reciclagem nos principais centros do País. Além disso, pertence às empresas e indústrias escolherem por utilizar o meio ambiente de forma sustentável, com a prática de pensamentos de reflorestamento e proteções dos recursos de água com o propósito de não danificar a qualidade de vida das futuras gerações.