Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 27/06/2021

No filme Walle, um personagem principal é retradada em um futuro ao qual não há uma presença da raça humana na Terra, devido ao excesso de detrítuos descartados pela humanidade. Analogamente, fora das telas observa-se um repercursão gerada pelo desenvolvimento sustentável, infelizmente, essa temática apenas faz parte da realidade brasileira de forma utópica. Assim, seja pela ignorância da população seguida de um descaso com o meio ambiente, seja devido a negligência governamental que, conscequentemente, corrobora com a falta de tomada de atitudes do Estado, essa é uma problemática que precisar se tornar a parte da realidade nacinal.

Em primeiro lugar, é válido ressaltar que a falta de consciência social é causa relevante para a resolução da questão. Nessa lógica, Karl Marx teceu diversas críticas sociais em relação à atuação governamental, em uma delas, afirmou que “não é a consciência social que determina o ser, mas o contrário, o ser social que lhe determina a consciência”. É notório, portanto, que o Poder Público tem a obrigatoriedade constitucional de conscientizar cada ser social, em relação a quaisquer temas, como o avanço da sustentabilidade. Desse modo, quando assim não se faz, torna-se inaceitável, principalmente por se tratar de um país constitucionalmente garantidor de direitos sociais.  Logo, é substancial a mudança desse quadro.​

Ademais, nota-se que  a negligência governamental é uma das causas da questão. Segundo a jornalista Mônicka Christi, a negligência governamental para com o povo na observância e cumprimento de sua obrigação quanto aos direitos do cidadão é uma afronta desrespeitosa a lei e justiça. Nessa lógica, em se tratando de diversas matérias, mas, principalmente, no que tange ao desnvolvimento ecossistêmico , percebe-se um total despreparo e inércia por parte do Estado. No sentido de que não há nenhum tipo de preparação social em relação à questão, ocasionando diversas consequências da qual o próprio Estado não demonstra competência para solucionar. Sendo assim, é inaceitável que um país que detém uma das maiores taxas de impostos do mundo, não tenha planos e meios de erradicar o revés. Destarte, é necessário maior protagonismo por parte dos governantes.​

Portanto, é dever do Ministério do Meio Ambiente o aperfeiçoar do canal de comunicação entre a população e autoridades, por meio do desenvolvimento de um meio de comunicação que permita a ação de denuncia anônima de crimes ambientais, com o intuito de preservar a segurança da população e a harminia entre meio ambiente e sociedade. Dessa forma o país tornar-se-à uma nação mais sustentável.