Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 27/06/2021

Em 1516, o escritor e filósofo, Thomas More, criou a palavra “utopia”, que significa um lugar que não existe na realidade. Sua obra, de mesmo nome, mostra uma ilha-reino que demonstra como seria uma sociedade sem propriedade privada e sem tolerância religiosa, sendo a razão o critério para estabelecer condutas sociais. Portanto, faz-se necessário avaliar as funções ambientais para o bem estar da humanidade, com o objetivo de aparentar a relevância ecológica e socioeconômica do ambiente para o uso mais sustentável do mesmo e de seus recursos.

Preliminarmente, é conveniente afirmar que a sustentabilidade exerce uma enorme influência nos meios de reciclagem. De acordo com os dados da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), cerca de 58% do lixo produzido no Brasil é de resíduos alimentares. Logo, esse lixo orgânico despejado de modo incorreto tende a ser um dos causadores do lançamento do CO2 na atmosfera terrestre.

Além disso, o filósofo Sartre afirma que “o ser humano é fruto de sua consciência”. Sendo assim, o ser humano mantendo-se a abusar dos recursos ambientais de forma insustentável demonstra que não compreende a relação de adoecimento que suas atitudes causam no planeta. Em suma, a população proceder de forma egoísta é também responsabilidade do governo, que falha na propagação de propagandas publicitárias mostrando a necessidade de apoio e conservação do ambiente. Dessa maneira, torna-se evidente como o Estado atua para o mal do meio-ambiente.

Diante dos problemas ambientais apresentados, é imprescindível que o Mistério da Educação incentive uma cultura a cerca da responsabilidade ambiental e social do cidadão desde a infância, através de palestras e aulas expositivas nas escolas, que ensinem sobre uma alimentação sustentável e sem desperdício, a fim de diminuir a cada geração os índices da fome no país. Posto isso, será superado a utopia ou realidade do desenvolvimento sustentável.