Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 24/06/2021
As mídias, tanto televisivas quanto sociais, denunciam cada vez mais os crimes ambientais que vêm acontecendo no Brasil. Nesse sentido, tais crimes tornam-se também empecilho para o desenvolvimento sustentável. Assim, seja pela falta de informações sobre como tornar esse desenvolvimento real, seja pela negligência governamental, a sustentabilidade ainda se faz uma utopia.
A princípio, apesar da crescente campanha nas redes sociais em busca da “salvação” do meio ambiente, ainda é escassa a propagação de meios para realizar essa ação. Nesse viés, assim como dito por Paul Watson, co-fundador do Greenpeace, “A inteligência é a capacidade das espécies de viver em harmonia com o meio ambiente”, por isso, faz-se imprescindível que a consciência ambiental sobre a utilização de materiais que degradam o meio ambiente, como os descatáveis, seja uma informação de acesso a todos.
Em segundo lugar, a preservação do meio ambiente em busca do desenvolvimento sustentável tem ligação direta com a qualidade de vida da população e se faz função dos órgãos governamentais. Isso porque, para Otto von Bismarck, o Estado é responsável por garantir o bem-estar do cidadão. Dessa forma, esse fator só será possível com a preservação do meio ambiente e, consequentemente, o desenvolvimento sustentável.
Conclui-se, portanto, que para garantir que o desenvolvimento sustentável torne-se realidade, é urgente que a fala de Paul Watson seja levada a sério. Por isso, cabe ao Poder Legislativo garantir a redução de plástico e outros materiais que degradam o meio ambiente, tanto na sua produção quanto no descarte, por meio da criação de leis que promovam o uso de utensilhos reutilizaveis a fim de diminuir o impacto ambiental causado por esses materiais. Só assim, a utopia de um mundo sustentável estará mais próxima da realidade.