Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 27/06/2021

Um Mundo Ambicioso em Busca do Desenvolvimento Sustentável

Durante a Primeira Revolução Industrial a única importância para as pessoas eram o lucro, diferentemente dos dias de hoje , em que a premissa é o desenvolvimento sustentável do mundo sem o prejuízo de gerações futuras. Diante dessa busca por um mundo verde, há dois fatores que impedem que isso ocorra no Brasil: a ganância de empresas e a não adesão do Governo ao movimento sustentável.

Em primeiro ponto, a influência do Governo vem agindo de forma negativa nos planos para o desenvolvimento sustentável . Além disso, o Brasil não age no maior movimento do mundo em prol da natureza, a Agenda 2030 elaborada pela ONU, na qual foram estipulados metas para que os países adeptos alcancem um desenvolvimento sustentável. Nesse contexto ,o país não proporciona evolução sustentável, principalmente pela falta de credibilidade financeira e leis que enquadrem o uso adequado da natureza.

Por outro lado , um fator que impede o desenvolvimento sustentável é a obsessão do homem por riqueza. Segundo o livro “Reinventando as Organizações” de Frederic Laloux , a dificuldade de uma harmonia entre empresas e seus meio externo é a ambição por status e lucro. Embora os desejos da carne sejam o empecilho do sec XIX para um futuro sem prejuízo de gerações futuras, a construção de empresas que zelem por uma agregação à natureza é considerado uma conquista digna, uma vez que a riqueza é deixado de lado para a construção de um futuro sustentável, mas no Brasil isso não ocorre.

Logo o Brasil se mostra em decadência em relação ao desenvolvimento de práticas sustentáveis para o futuro. Todavia, essa situação pode ser resolvida se cada Governo Estadual investir e criar respectivamente tecnologias sustentáveis e leis de proteção ambiental para empresas no país. Essas medidas farão com que maior quantidade Indústrias e pessoas se adequem aos padrões ecológicos, com o intuito de investir em um futuro próspero e sustentável sem prejudicar futuras gerações. José Felipe