Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 27/06/2021
O filme “Lorax” gira em torno de uma cidade em que as árvores eram de plástico e mantidas a pilha. Tal fato se deu pela grande produção fabril que esgotou os recursos naturais para a fabricação de tecido. Apesar de ser uma fantasia, retrata o atual cenário de desenvolvimento: crescimento a qualquer custo. Desse modo, é necessário analisar seus efeitos e encontrar maneiras eficazes de minimiza-los para que as gerações futuras não sejam prejudicadas.
O desenvolvimento sustentável é definido, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), como sendo o desenvolvimento que supre as necessidades das atuais gerações, sem esgotar os recursos para as futuras. E a partir da revolução industrial, a exploração de recursos naturais como matéria-prima e os danos causados à natureza tomaram proporções nunca vistas anteriormente. Por isso, alguns países e empresas se empenharam em promover a sustentabilidade. Como exemplos, teve a Rio+20, conferência que uniu grandes nações em prol dessa causa. Na Alemanha, ocorre incentivos à reciclagem, com recompensa em dinheiro para cada garrafa retornável reciclada. Essas são algumas medidas que estão sendo tomadas com o objetivo de diminuir os impactos ambientais causados pelo homem.
Porém, além de projetos que benefíciam a natureza ainda existe muitas coisas a serem melhoradas. Como por exemplo, a atitude do governo brasileiro frente as questões ambientais. A falta de fiscalização nas áreas ambientalmente protegias permite o contínuo desmatamento desenfreado (que trazem lucro para as empresas, que vão poder produzir mais, porém, prejudicam a natureza) dos recursos não-renováveis do Brasil e a consequente diminuição das áreas verdes e espécies de animais que correm risco de entrar em extinção.
É perceptível a urgência na busca do desenvolvimento sustentável. Por isso, é necessário que no Brasil e em outros países, autoridades aumentem a fiscalização nos principais pontos de desmatamentos, e apliquem leis mais rígidas aos infratores que desobedecerem às leis que integram o direito ambiental. E importante também que as nações participem e invistão nas conferências que promovem a sustentabilidade.