Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 24/06/2021
No filme WALL-E relata-se a história de um robô com a missão de encontrar pelo menos uma planta na superfície do planeta Terra, pois o essa foi destruida pela ação antropológica- causada pela falta de desenvolvimento sustentável. Analogamente, fora do cenário fictício, nota-se que o drama vivido pelos pernoagens - arcar com consequências ocasionadas pelo homme- perpassa toda a esfera social do Brasil, constituindo uma grave crise para a geração futura. Assim, torna-se urgente invertigar as causas e sequelas dessa problemática : relação competitiva entre a economia e o ambiente por ação do homem.
Diante desse cenário, é pertinente afirmar que o comportamento humano em função da economia é um propulsor central para as possíveis dificuldades enfretadas por seus sucessores. A respeito disso, sabe-se que o desenvolvimento sustentável é capacidade de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. No entanto, o homem que visa o crescimento econômico causando a destruição de árvores para contrução de móveis, a falta de infraestrutura em fontes de energias renováveis visando o lucro e não a qualidade, a liberação de monóxido de carbono pelos carros e fábricas, entre outras ações antropologicas prejudiciais a biosfera. Logo, homem não visa a longo prazo esquecem que os recursos naturais para a fabricação de seu lucro possuem limite.
Por consequência, é preciso salientar que o meio ambiente junto a população sofrem com o desejo do lucro, por parte de governantes junto as indústrias. Diante disso, surge a intensificação de atividades de degradação ao meio ambiente que podem ainda provocar fenômenos naturais- tempestades, secas, terremotos, como citado no filme WALL-E. Bem como, a frase da ONG Greenpeace, “Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês entenderão que o dinheiro não se come”. Logo, pode-se ressaltar que esse modelo economico é extremamente prejudicial ao futuro sustentável da litosfera, porém, ela não será a única prejudicada.
Em suma, fica evidente que a falta de sustabilidade é um complexo problema. Assim, o Estado deve intensificar a sua capacidade de gerir contaminantes e destruição ambiantal, por meio de multas pelo desmatamento e redução de preços da energia, dentre outros- objetivando garantir a plenitude nesse serviço essencial. Além disso, os Governos junto a escolas-base educativa para a formação dos cidadãos, deve fazer palestras sobre a importância do avanço sustentável, para que o meio ambiente não sofra consequencias e torna-se mais preservado junto a ciência, avançando de forma ecológica e o filme “WALL-E” permanecerá na ficção.