Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 23/06/2021
Com o início da Revolução Industrial, uma sociedade passou a vivenciar um modelo produtivo de grande degradação ecológica, estimulando debates em diferentes nações. O homem possui, nenhum conhecimento, um belo meio para o declínio, segundo o filósofo Friedrich Nietzsche. Faz-se incontestável que os desafios na busca pelo desenvolvimento sustentável, infelizmente, é uma realidade no Brasil, isto é, o objetivo empresarial de visar apenas lucros e o consumismo desenfreado são fatores fatores que podem levar o país ao retrocesso ambiental, sendo de suma importância o combate a tais práticas.
Segundo o filósofo alemão Hans Jonas, o homem deve preocupar-se com os efeitos coletivos de suas ações e não apenas em consequências individuais.Dito isso, o desenvolvimento sustentável se apresenta como uma utopia, pois o mundo se apresenta complexo, com ideias e ações diversificadas e às vezes antagônicas, um exemplo do que acontece no setor agrícola. Ademais, cabe ao setor agrícola tal como o setor governamental, analisa a irracionalidade sustentável do agronegócio, visto que tal setor, na atualidade, contradiz o pensamento ao visar somente seu contexto individual de lucratividade, tornando-se negligente em ações de reflorestamento, uso controlado de recursos naturais e despoluição de nascentes hídricas. Consequentemente, de forma gradativa, a produção agrícola impede uma exploração racional da natureza, fortalecendo mudanças na biodiversidade.
Outrossim, além do agronegócio, uma desinformação popular referente a métodos sustentáveis também influencia na problemática e deve ser contestada. Dessa forma, em um âmbito social, que pouco se destaca o desenvolvimento sustentável, o cidadão tende a desconhecer esse princípio e pode até mesmo impulsionar fábricas que promovem desmatamentos, poluições e objetos não recicláveis. Dessa forma, obrigação desinformados de práticas sustentáveis acabam por auxiliar, indiretamente, na destruição de ecossistemas e escassez de matéria-prima.
Perante o exposto, faz-se evidente que as medidas devem ser tratadas. Para isso, mídias digitais, com postagens nas redes sociais, devem destacar informações sobre sustentabilidade e medidas que podem ser adquiridas no cotidiano, um fim de contribuir na formação crítica da sociedade relativa ao assunto. Além disso, ONGs Ecológicas, com auxílio governamental, devem difundir esse assunto nas áreas agrícolas, a fim de orientar como empresas sobre práticas lucrativas de plantio e produção, mas que também são ambientalmente preservacionistas, como a recuperação de pastagens. Dessa forma, será possível conservar a biodiversidade das áreas de produção e garantir os aspectos sustentáveis no agronegócio brasileiro.