Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 25/06/2021

Movimentos em prol de pensar no desenvolvimento sustentável sinalizaram olhares críticos nas últimas décadas. Nesse contexto, destacam-se questionamentos relacionados às crises ambientais recorrentes, que impedem a harmonia de uma sociedade sustentável. Assim, torna-se relevante debater a questão sob duas ações principais: fornecer instruções ambientais ao meio social, bem como entender a prática consumista como estopim para o agravamento do impasse sustentável.

De início, vale referenciar a noção informativa relacionada a prática adotada conhecida como “3 Rs”, em que se refere a diminuição de resíduos poluentes gerados no meio social, visando a harmonia do meio ambiente com a população. Por meio dessa ideia, cabe argumentar que o êxito de tal ação se dá somente com o comprometimento igualitário dos indivíduos pertencentes ao meio que vive. Em contrapartida, é notório que a negligência governamental influencia na desinformação social, em que carece de conhecimentos adequados para a adequação de habilidades sustentáveis qualitativas.

Ao analisar essa temática, torna-se também válido interpretar que a cultura consumista é responsável por falhas nas práticas sustentáveis, e tal conduta merece ser avaliada por perspectivas críticas, uma vez que a sociedade do consumo é guiada para ter em abundância aquilo que é dispensável. À luz dessa compreensão vale referenciar o pensamento do líder Mahatma Gandhi: o futuro dependerá daquilo que é feito no presente, na analogia de demonstrar que é preciso o consumo consciente, a fim de diminuir o estímulo da exploração de recursos naturais.

Depreende-se, portanto, de medidas transformadoras. Para tanto, o Ministério do Meio ambiente deve propiciar acordos para práticas de medidas sustentáveis, por meio de informações e novas leis para extração sustentável, a serem destinadas às indústrias extrativas e à sociedade brasileira. Tal ideia tem o fito de propiciar uma adequação ambiental.