Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 25/06/2021

Com o início da Revolução Industrial, no século XVIII, o homem intensificou o processo de exploração dos recursos naturais, a fim de obter lucros e satisfazer necessidades. De maneira análoga, apesar da criação de protocolos e leis para reduzir os impactos da exploração, a sociedade brasileira tem delegado a preservação da natureza em segundo plano e essa atitude tem resultado em impactos ambientais irreversíveis. Assim, é necessário que haja um desenvolvimento sustentável real.

Em primeira análise, de acordo com o líder e pacifista indiano Mahatma Gandhi, a natureza pode suprir todas as necessidades do homem, menos a ganância. Sob esse viés, é possível analisar o rompimento da barragem em Mariana e em Brumandinho, dois locais que obtiveram impactos tanto socioeconômicos como danos aos ecossistemas, em virtude de uma ineficaz fiscalização e ausência de ética ambiental na economia. Por consequência, há o comprometimento dos recuros para as gerações futuras.

Além disso, durante a Conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, diversos países comprometeram-se em aplicar a economia verde e alternativas para a crise socioambiental. Porém, essas atitudes foram negligênciadas e contribuiu para que os cidadãos tenham a mentalidade de que a degradação é uma problemática utópica. Dessa forma, há a formação de pessoas sem interesses em questões ecológicas.

Logo, o Ministério do Meio Ambiente deve realizar projetos que respeitem os acordos internacionais sobre a preservação da biodiversidade, com a necessidade de tornar as leis ambientais vigentes e propor parcerias com as empresas para adotarem medidas sustentáveis - por meio do fornecimento de incentivos fiscais - com intuito de que haja um equilíbrio entre a economia e conservação. Ademais, é necessário que a mídia oriente os brasileiros sobre a importância sobre o desenvolvimento sustentável, por intermédio da realização de campanhas midiáticas diárias, como debates e ficções engajadas, a fim de tornar indivíduos conscientes e críticos sobre o assunto.