Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 25/06/2021
Planeta Terra, o quinto maior planeta do sistema solar, é dominado por humanos e seus feitos ao longo da história. A evolução e industrialização dos países causa danos gravosos a capacidade do planeta de suportar o desenvolvimento humano, haja vista o declínio dos ecossistemas e a emissão abundante de gases na atmosfera. Danos esses que botam em risco não só a vida humana, mas também um conjunto de espécies presentes na Terra.
A priori, vale-se ressaltar que, a devastação decorrente por todo o planeta deve-se a hiper exploração de recursos naturais e consumismo. É de salientar que a velocidade de regeneração da natureza se diverge da velocidade em que é explorada, é em virtude disso que hajam inúmeras espécies em extinção e a porcentagem de ocupação territorial dos biomas caia tanto. Por fim, entende-se que o problema tende a persistir, caso não haja uma intervenção que revolucione as taxas de produção.
Outro importante aspecto a ser considerado é que, a poluição agrava ainda mais a circunstância atual do mundo, quando mudanças climáticas estão cada vez mais sendo presenciadas e mais biomas e espécies estão sendo devastados conseguinte a isso. Em outros termos, as indústrias ejetam gases em efeito estufa de maneira exacerbada na atmosfera agravando problemas ambientais e climáticos já existentes. Dessa forma, é crucial que seja praticado o desenvolvimento sustentável assentando os limites requeridos.
Dessa forma, pode-se perceber que o debate acerca do desenvolvimento sustentável é imprescindível. para a construção de uma sociedade consciente e benéfica aos ecossistemas. Logo, é imperativo que o Ministério do Meio Ambiente junto do Ministério da Educação conscientizem e incentivem a população sobre a prática de costumes sustentáveis. Nessa lógica, no livro “Capitalismo Natural” de Paul Hawken é abordado sobre uma nova revolução industrial, o autor diz que, para adquirir o desenvolvimento sustentável, a sociedade deverá produzir de forma mais consciente combatendo o consumismo, a produção desenfreada e a exploração de recursos naturais. Assim, as indústrias irão satisfazer não só aos clientes e gerando faturamento, mas também irão comprovar que a economia e o ambientalismo são coisas complementares e assim, seja possível a reversão das problemáticas expostas.