Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 24/06/2021

Desde o século XVIII, com a primeira Revolução Industrial, principalmente, a natureza passou a ser vista como uma fonte para extrair riquezas. No Brasil não tem sido diferente, haja vista as poucas influências governamentais para o desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, convém analisar os principais aspectos desse problema.

Em primeiro lugar, de acordo com o filósofo Aristoteles, é necessário alcançar o meio-termo para ter o êxito. Entretanto, o contexto econômico brasileiro está, infelizmente, priorizando a produção em larga escala sem as devidas iniciativas governamentais para a reciclagem, por exemplo. Logo, o equilíbrio aristotelico não é conquistado no desenvolvimento sustentável.

Outrossim, apesar da recente confederação Rio+20, as indústrias e fábricas brasileiras não mudaram suas formas de produção. Isso fica evidente com as enormes extrações de madeiras para a produção de energia como também pela contaminação das águas por dejetos químicos. Dessa forma, vê-se que as futuras gerações serão afetadas pela falta de sustentabilidade.

Sendo assim, para alcançar o equilíbrio aristotelico, é dever do governo usar investimentos com apoio de subsidios estatais na construção de centros de reciclagem nas principais metrópoles do País. Ademais, cabe às empresas e indústrias optarem por explorar o meio ambiente de forma sustentável, com o uso de políticas de reflorestamento e preservações dos recursos hídricos a fim de não afetar a qualidade de vida das futuras gerações.