Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 25/06/2021
A partir da Revolução Industrial, a exploração de recursos naturais como a matéria-prima trouxeram diversos danos ao meio ambiente, entre eles o esgotamento de recursos renováveis e não renováveis. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), o desenvolvimento sustentável é definido como o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. Com isso, muitos países desenvolvidos e subdesenvolvidos aderiram em projetos esse conceito.
Em primeiro plano, destacamos que a superexploração dos recursos naturais frequentes geram prejuízos para as gerações atuais e futuras, seja relacionado ao ecossistema, a economia ou a saúde. Esse ato causa consequências como a extinção de espécies animais e vegetais, o aumento dos preços de produtos agrícolas e a poluição do ar. Assim, O Fundo Mundial para a Natureza (WWF), alerta que a superexploração atual dos recursos naturais está criando um enorme déficit. Anualmente, são consumidos 20% a mais de recursos em relação à quantidade regenerada.
Além disso, vários países priorizaram e colocaram em projetos e prática, o conceito e objetivos do desenvolvimento sustentável. Por exemplo, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, conhecida como Rio+20, na qual foi uma conferência que uniu nações a favor dessa causa, incentivando cada vez mais países a inserirem esse avanço de sustentabilidade . De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no Brasil, a emissão de gás carbônico, em um período de sete anos, foi reduzida em 84,4% por meio de mudanças no uso da terra e das florestas.
Portanto, para que o ser humano não acabe com os recursos naturais do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável se torne realidade nos demais locais, os países devem invistir em mecanismos de fiscalização ambiental, em leis que protejam a natureza, punindo com indenizações e perda de posses as pessoas que abusam dos bens que ela oferece. Logo, diminuirá os casos frequentes de superexploração, preservando assim, o não esgotamento de recursos. Ademais, cabe as escolas darem discursos sobre a educação ambiental e a importância que ela tem para a atualidade e o futuro, dessa maneira, estarão formando indivíduos mais conscientes.