Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 25/06/2021

Segundo o pacifista Mahatma Gandhi, “A terra tem o suficiente para todas as nossas necessidades, mas somente o necessário.” Sob esse ver, a natureza pode prover o que a humanidade precisa desde que não seja desnecessário.  No entanto, é de fato que a humanidade segue degradando a natureza, e esse fator é devido à falta de zelo dos órgãos ambientais, ao consumismo desnecessário e à falta de sustentabilidade industrial.

Convém ressaltar primeiramente que, o interesse lucrativo de indústrias e o consumo exagerado dos cidadãos faz com que seja extraído mais do que o necessário da natureza sem que haja ações sustentáveis, como o replantio de árvores ou filtros para as chaminés emissoras de poluentes.  Além do consumismo extravagante, a comunidade também é responsável por uma grande grande parte da poluição, como o despejo de esgoto nos rios, lixos jogados na rua e queimas em matagais e florestas.

A falta de participação dos órgâos desse ambitô, também são cruciais para que a sustentabilidade não seja alcançada, tendo em vista que com a falta de fiscalização, a poluição atmosférica se alastra e corrompe a camada de ozônio, ajudando no efeito estufa. Também tendo em vista que, segundo a ONU, 2020 foi um dos três anos mais quentes registrados, com um alto indíce de dióxido de carbono presente na atmosfera.

Desse modo é notório que o desenvolvimento sustentável deve ser aplicado para que consigamos evoluir sem a destruição de nosso meio ambiente. Para que isso ocorra é necessário que órgãos ambientais como o IBAMA, em conjunto com o Governo, incentivem as construçãos verdes e conscientizem a população, por meio de públicidades e incrementações no sistema de ensino, para que a população não pratique consumismo exagerado e reduza a taxa de poluição.  Esses mesmos agentes também devem aplicar fiscalizações em industrias, para garantir que protocolos ambientais, como o de Kyoto, estejam sendo seguidos, assim como outras práticas sustentáveis. Assim é possivel ter um futuro em que coexistimos com a natureza.