Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 27/06/2021

O livro O Cidadão de Papel, de Gilberto Dimenstein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxergar as mazelas que afligem o Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, é necessário entender que a falta da preservação ambiental no Brasil afeta a sociedade podendo ocasionar graves consequências. Assim, seja devido a poluição causada por queimadas seja pela perda de biodiversidade propiciada pelo desmatamento, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.

A princípio, vale lembrar que a exploração ambiental apenas ocorre com fins lucrativos. Sabe-se que devido a isso muitos empresários não se importam com as consequências que as retiradas de recursos naturais sem delimitações podem causar, o que leva a essas pessoas a quererem cada vez mais lucrar em cima desses locais. Segundo o Mapbiomas o Brasil perdeu por dia em 2020 em média 3.795 hectares de cobertura vegetal nativa para o desmatamento, o que dá uma perda de 24 árvores a cada segundo durante todo o ano

Paralelo a isso, é importante ligar esses interesses econômicos com a degradação de habitats de várias espécies. Devido a alta exploração ocorre o acarretamento da extinção de vários animais, gerando a perca da biodiversidade local. Além disso por causa a falta de leis, punições severas e de fiscalização, essas áreas verdes acabam ficando à mercê da ausência de regras rígidas de preservação.

Sendo assim, é necessário que medidas sejam tomadas para resolver o impasse. Para tanto é dever do Ministério do Meio Ambiente junto ao Governo Federal implementar leis rígidas e eficazes para que não ocorra a retirada de recursos em excesso sem o mínimo de compreensão da influência que pode ser acarretada nos biomas. Espera-se que, dessa forma, a população brasileira possa encontrar um meio desenvolvimento sustentável entre a economia e a preservação.