Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 27/06/2021

Desenvolvimento sustentável significa alcançar o crescimento econômico e social, sendo necessário garantir a preservação do meio ambiente, e o desenvolvimento global para as próximas gerações da sociedade. No entanto, o termo em questão possui suas vantagens e desafios, o que de certo modo parece utópico, contudo, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), é um projeto alcançavel e plausível de se realizar com planejamento e investimentos do Governo.

Em primeira análise, vale lembrar que no ano de 2015, a cúpula das Nações Unidas instaurou 17 objetivos para serem atingidos até 2030 com o objetivo de direcionar as sociedades, governos, empresas e ONGs no caminho mais sustentável e com mais igualdade para a sociedade. Além disso, também com o intuito de incluir práticas que erradiquem as zonas de pobreza, diminuam a poluição do meio ambiente e desigualdade social.

Em consonância a isso, deve-se salientar que para deixar de ser uma utopia, as práticas sustentáveis também precisam de planejamento. Segundo o pensamento de Herbert José de Sousa, “Um país não muda pela sua economia, sua política e nem mesmo sua ciência; muda sim pela sua cultura.” Nesse sentido, criar hábitos nas escolas de consciência ambietal e falar sobre desenvolvimento sustentável é uma forma de mudar a cultura nacional, em busca de jovens que cuidem e zelem das futuras gerações do planeta. Assim, estabelecendo o hábito da cultura e proteção ao meio sustentável do país.

É evidente, portanto, que o Governo Federal estabeleça programas de conscientização nas escolas, a fim de, criar o hábito do desenvolvimento sustentável. Também, em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente, o Poder Judiciário aplique as leis com maior rigor, por meio de punições aos responsáveis, a fim de minimizar os impactos ambientais e excitar a sociedade civil à colocar a temática em prática. Assim, com essas propostas, retiradas do pensamento de Herbert José, a sustentabilidade e desenvolvimento, como a cultura, deixaram de ser propostas utópicas.